“Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu”
Pois é. Fato este que comprova que nem tudo esta perdido. As vezes podemos até nos sentir sem rumo, sem destino,só. O mais engraçado é que buscamos tanto a liberdade, almejamos tanto a individualidade, que quando nos encontramos sozinhos sentimos necessidade de alguém ou algo que preencha essa solidão. Claro que para podermos viver dois, três ou quinze, antes precisamos viver um. Viver como um, ser o suficiente para pelo menos ser um. Porém as vezes esse um se sente solitário em meio a uma multidão. Daí vem a necessidade da somatória, e conseqüentemente as dificuldades de se estabelecer contato. Mais se temos certeza que queremos deixar de ser apenas um, porque as vezes é tão difícil conseguis se tornar dois ou quinze? Por que as diferenças se tornam obstáculos nos momentos que estas nos fazem falta? Necessitamos da contrariedade? Do negativismo? E porque muitas vezes deixamos de nos arriscar por medo de sofrer ou até de voltar ao isolamento da solidão?
terça-feira, 13 de outubro de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
TEMPO
Enquanto escrevo, me deparo com o tempo. Com aquele tempo descrito pelo relógio de ponteiro que insiste em fazer o irritante barulho cada momento em que o TEMPO teima em correr. Cada “tic” que meu relógio fazia era um aviso de que esse tempo está constantemente passando....Mas, do que me adianta saber da passagem do tempo?
Esse tempo sempre foi o responsável por medir a distância entre um acontecimento e outro. Por me lembrar o quanto distante estava aquela lembrança, e o quanto próximo estavam as minhas obrigações. Comecei a perceber que esse fator tempo estava associado a outros fatores também determinantes em meus acontecimentos. A velocidade por exemplo, os fatos só poderiam passar rapidamente se fossem analisados em relação a uma determinada quantia de tempo. O espaço, este também se altera ou permanece intacto em função do tempo.
Apesar de conhecer a fundamental importância desse tempo, não consigo explicar da onde veio, muito menos o que é. O fato é que o ontem foi encaminhado pelo tempo ao passado, o amanha o tempo ainda não trouxe e o hoje passa tão rápido que nos parece não ter extensão nenhuma. Alias, se o hoje surge e tão rapidamente se transforma em passado, não estaríamos inutilmente correndo contra ou atrás do tempo?
E por que a mesma quantidade de tempo possui significados tão diferentes para cada acontecimento ou pra cada personagem desses acontecimentos? Porque quando nascemos não temos a mínima noção de tempo, e quando envelhecemos, temos por natural, passarmos a esquecê-lo? E apesar de saber que ele esta presente o tempo todo... porque muitas vezes é necessário que nos lembre que ele existe? Porque as vezes nada melhor do que dar ao tempo...um tempo?
Percebo que apesar de as vezes ele nos apressar, nos colocar pra correr, ou nos tornar incapaz de lembrar de algo, prefiro me colocar diante dele como uma aliada, deixando aos cuidados dele, minha vida e meus acontecimentos. Prefiro acreditar que ele seja o melhor aliado pra mim em meus acontecimentos, o tempo é capaz de trazer serenidade e conforto para o meu coração quando partido, é capaz de me fazer enxergar esperança de que o amanha me deixará cada dia mais próximo de meus sonhos e objetivos distantes, é capaz de aliviar as dores que sinto no momento. Ele me permite deixar o mundo passar e olhar pra dentro de mim e assim sou capaz de me conhecer e perceber do quanto sou capaz.
Se de um tempo!
Esse tempo sempre foi o responsável por medir a distância entre um acontecimento e outro. Por me lembrar o quanto distante estava aquela lembrança, e o quanto próximo estavam as minhas obrigações. Comecei a perceber que esse fator tempo estava associado a outros fatores também determinantes em meus acontecimentos. A velocidade por exemplo, os fatos só poderiam passar rapidamente se fossem analisados em relação a uma determinada quantia de tempo. O espaço, este também se altera ou permanece intacto em função do tempo.
Apesar de conhecer a fundamental importância desse tempo, não consigo explicar da onde veio, muito menos o que é. O fato é que o ontem foi encaminhado pelo tempo ao passado, o amanha o tempo ainda não trouxe e o hoje passa tão rápido que nos parece não ter extensão nenhuma. Alias, se o hoje surge e tão rapidamente se transforma em passado, não estaríamos inutilmente correndo contra ou atrás do tempo?
E por que a mesma quantidade de tempo possui significados tão diferentes para cada acontecimento ou pra cada personagem desses acontecimentos? Porque quando nascemos não temos a mínima noção de tempo, e quando envelhecemos, temos por natural, passarmos a esquecê-lo? E apesar de saber que ele esta presente o tempo todo... porque muitas vezes é necessário que nos lembre que ele existe? Porque as vezes nada melhor do que dar ao tempo...um tempo?
Percebo que apesar de as vezes ele nos apressar, nos colocar pra correr, ou nos tornar incapaz de lembrar de algo, prefiro me colocar diante dele como uma aliada, deixando aos cuidados dele, minha vida e meus acontecimentos. Prefiro acreditar que ele seja o melhor aliado pra mim em meus acontecimentos, o tempo é capaz de trazer serenidade e conforto para o meu coração quando partido, é capaz de me fazer enxergar esperança de que o amanha me deixará cada dia mais próximo de meus sonhos e objetivos distantes, é capaz de aliviar as dores que sinto no momento. Ele me permite deixar o mundo passar e olhar pra dentro de mim e assim sou capaz de me conhecer e perceber do quanto sou capaz.
Se de um tempo!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Contradição
"Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento, assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade."
Realidade? O que é a realidade? Existência inquestionável de um fato? Momento real onde não há fantasia ou que só vive fora da imaginação? Real ou irreal para quem, sob quais aspectos, a partir de qual ângulo ou enfoque?
Porque a realidade não pode ser sonhada? ou por que não sonhar e depois tornar real? Necessariamente os dois só possuem sentidos se não se encontrarem em nenhum momento?
Porque por muitas vezes a realidade me parece tão irreal? Até me encontro desejando que em algumas frações da vida , o dito como real se “irrealizasse”.
Percebo que crio pra mim conceitos que me asseguram, que me abraçam de maneira a me justificar perante aos outros. Crio para me garantir que a realidade aconteça, que não escape entre meus pensamentos, me mantendo com os pés, mãos e sentimentos no chão.Pra que manter tudo no chão? Pra que criar regras se acabamos por criar a exceção? Pra que buscar a segurança se o prazer da vida está no imaginável, no incontrolável?Percebe a contradição da nossa realidade?
Absurdamente compreendo Fernando Pessoa quando diz que as palavras falham, os pensamentos falham, ai aparece a grande dificildade de se aprender a lidar com essas falhas sem a frustração do momento do erro. A duvida, o medo precisam vir antes do fato, do ato, da ação.
Estamos o tempo todo vivendo sobre a contradição. É preciso tentar pra desistir, é preciso existir o pecado pra cria-se então o perdão. É preciso saber que é possível se levantar para ai sim poder cair. É preciso existir a palavra pra existir o pensamento, e é preciso existir o pensamento, o sonho, para existir a realidade.
Não há nada de incoerente na contradição. A contradição é a única responsável por sustentar o oposto, por fazer que existam dois lados, por assegurar o contrario. E estar em oposição a si mesmo, é a grande maravilha de nos entendermos, de nos encontrarmos em nós mesmos.
Realidade? O que é a realidade? Existência inquestionável de um fato? Momento real onde não há fantasia ou que só vive fora da imaginação? Real ou irreal para quem, sob quais aspectos, a partir de qual ângulo ou enfoque?
Porque a realidade não pode ser sonhada? ou por que não sonhar e depois tornar real? Necessariamente os dois só possuem sentidos se não se encontrarem em nenhum momento?
Porque por muitas vezes a realidade me parece tão irreal? Até me encontro desejando que em algumas frações da vida , o dito como real se “irrealizasse”.
Percebo que crio pra mim conceitos que me asseguram, que me abraçam de maneira a me justificar perante aos outros. Crio para me garantir que a realidade aconteça, que não escape entre meus pensamentos, me mantendo com os pés, mãos e sentimentos no chão.Pra que manter tudo no chão? Pra que criar regras se acabamos por criar a exceção? Pra que buscar a segurança se o prazer da vida está no imaginável, no incontrolável?Percebe a contradição da nossa realidade?
Absurdamente compreendo Fernando Pessoa quando diz que as palavras falham, os pensamentos falham, ai aparece a grande dificildade de se aprender a lidar com essas falhas sem a frustração do momento do erro. A duvida, o medo precisam vir antes do fato, do ato, da ação.
Estamos o tempo todo vivendo sobre a contradição. É preciso tentar pra desistir, é preciso existir o pecado pra cria-se então o perdão. É preciso saber que é possível se levantar para ai sim poder cair. É preciso existir a palavra pra existir o pensamento, e é preciso existir o pensamento, o sonho, para existir a realidade.
Não há nada de incoerente na contradição. A contradição é a única responsável por sustentar o oposto, por fazer que existam dois lados, por assegurar o contrario. E estar em oposição a si mesmo, é a grande maravilha de nos entendermos, de nos encontrarmos em nós mesmos.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Diferença é fundamental. Usemos para o nosso bem!
Hoje acordei com vontade de reclamar, de brigar por tudo, de cobrar dos outros atitudes que deveriam ser antes de mais nada, minhas. Estou o tempo todo esperando dos outros comportamentos que eu gostaria que estes tivessem comigo. Parece que não me satisfaço, que nunca estou completamente feliz. Fico pensando se sou eu que cobro demais, que espero sempre o melhor, ou se de repente realmente não tenho sido tratada como deveria. Comparações são feitas na minha cabeça o tempo todo. Fico analisando minhas escolhas e meus atos tentando descobrir aonde errei pra explicar o porque agora estou passando por tudo isso. Me pergunto porque é tão dificil encontrar romantismo, delicadeza, cuidado, demonstração de afeto...da maneira que nós mulheres normalmente queremos? Talvez porque esperamos essas atitudes dos homens que não pensam da nossa maneira, mais sim... pensam como personagens que estão do outro lado do jogo, que pensam completamente diferente, e quando digo direferente não quero dizer ruim, apenas diferente afinal eles são diferentes. Não podemos cobrar deles que adivinhem exatamente como gostariamos de ser tratadas, eles não sabem, e nem sempre querem aprender. E vamos concordar que não podemos ficar ensinando ninguém a como namorar, isso além de não ter lógica, seria como se quisessemos construir um namorado inexistente. Como se pudessemos encaixar todas as peças fundamentais para a nossa satisfação em uma outra pessoa tornando-a "perfeita" pra nós. Garanto, isso nunca da certo.
O que nos resta fazer então? Deixar de desejar coisas melhores? deixar de cobrar dos outros romantismo? Deixar de esperar surpresas? Aprender a viver com o que temos? Aceitar que nem todos pensam como nós? Abandonar essa busca incansável pelo amor perfeito?
Eu confesso que não encontrei meu caminho, cada dia me esforço mais pra tentar entender esse processo de maneira natural.
Outro dia, após um complexo dia de trabalhos e discussões na faculdade, de ressoluções de problemas, voltando para minha van, eu ficava pensando o quanto seria bom se eu encontrasse alguém que fosse capaz de me deixar melhor, de me fazer um agrado ou qualquer coisa do tipo. Mais chegando la, encontrei uma pessoa (que por sinal ultimanente tem sido responsável por GRANDES momentos) que estava precisando mais do que eu. Que também tinha passado por problemas e que foi capaz de me dizer que naquele momento precisava de mim. Normalmente se ele estivesse feliz e agradável, eu o amava de volta, transmitia as mesmas atitudes e sentimentos. Mas se ele estivesse infeliz ou perturbado, eu me sentia culpada e então discutia ou me distanciava. Não era isso q ele precisava, não era assim que eu poderia ajudar em alguma coisa. Naquele dia, pela primeira vez, eu não o deixei. Eu fiquei, e foi ótimo. Eu consegui me dar quando elea realmente precisava de mim. Consegui me importar com outra pessoa. Confiar no nosso amor. Estar lá na sua hora de necessidade. Eu me maravilhei com a facilidade
que tive para ampará-lo quando me foi mostrado o caminho, quando ele conseguiu me dizer o que ele precisava naquele momento. Lógico que isso ainda não virou rotineiro, que ainda tenho muito para aprender, mais relembrando desse dia, sinto vontade de ser assim, acredito que após algumas vezes que agente mostre o caminho, este não precisa ser decrito muitas vezes mais. Querer ver o outro bem passa a ser um desejo natural, e fazer parte desse processo, torna-se mais natural ainda.
que tive para ampará-lo quando me foi mostrado o caminho, quando ele conseguiu me dizer o que ele precisava naquele momento. Lógico que isso ainda não virou rotineiro, que ainda tenho muito para aprender, mais relembrando desse dia, sinto vontade de ser assim, acredito que após algumas vezes que agente mostre o caminho, este não precisa ser decrito muitas vezes mais. Querer ver o outro bem passa a ser um desejo natural, e fazer parte desse processo, torna-se mais natural ainda.
De repente percebo então que estou exagerando em meus questionamentos, acredito que ninguém seja capaz de ser feliz o tempo todo. O que precisamos aprender é que ao continuar a reconhecer e explorar nossas diferenças, nós descobrimos novas maneiras de melhorar todos os nossos relacionamentos. Isso nos deve servir pra crescer e não para nos afastar do novo, ou do diferente.
Se utilizarmos o problema para descobrir a solução, nos estamos sendo criativos, inteligentes!
sábado, 23 de maio de 2009
Destino.
Hoje, sábado a tarde, após um momento relativamente tenso, resolvi assistir um filme. É dessa maneira que normalmente resolvo relaxar. É uma das minhas grandes paixões. Na escolha do filme, intuitivamente selecionei um que tinha como principal tema o DESTINO. Lógico que por ser um clássico romance americano o destino influenciava nos encontros e desencontros de um casal apaixonado. Comecei a pensar nesse tal destino que foi capaz de recriar toda uma história que claramente não daria certo. Na verdade não significava nem que não iria dar certo, mais sim que não iria corresponder com a idéia de encontro perfeito, príncipe encantado e contos de fadas que esperamos que aconteça nos filmes. Ai comecei a associar toda aquela historia do filme e a força que o “destino” fazia para juntar o casal apaixonado com algumas coisas que ouvi de uma pessoa muito especial nessa madrugada. Essa tal pessoinha que esta no meu convívio desde que me conheço por gente, me disse que o significado de “dar certo” não necessariamente tem a ver com estar junto. De repente por causa de um suposto “destino”, o casal do filme foi predestinado a estar junto não podendo se quer imaginar ou experimentar novas situações, que talvez fariam se estivessem separados. Muitas vezes me senti como se houvesse um destino descrevendo cada atitude, ou como se eu precisasse seguir um roteiro de filme e fosse obrigada a fazer as coisas darem “certo”, afinal aquele era o papel da personagem, alcançar o final feliz.
Comecei então a me perguntar o que era o destino, quem era essa força tão grande que era capaz de alterar a vida da gente? Percebi que pra essa palavra existem tantas definições e que todas elas se tratavam de conceitos incontroláveis:
Destino = local onde alguém se dirige. Pra onde alguém vai. Qual é então o nosso destino? Qual é o meu destino? Percebi que não sabia responder essa pergunta.... ai... comecei a pensar em outra definição...
Destino = circunstancia de acontecimentos que influenciam nossas vidas de maneira incontrolável. Este conceito apesar de já tê-lo vivenciado, também não era algo esclarecedor para alguém que tentava descobrir ao menos da onde surge este bendito destino.
Ai pensei.....Se existe? Não sei se acredito. Se o sinto? Não sei se posso negá-lo. Se espero? Não sei se o compreenderia. Porém sei que independentemente de qualquer coisa quero poder escrever minha historia, de repente até brincar com este suporto destino... de maneira que me sinta responsável pelos meus atos, e não encaminhada por algo destinado a mim acontecer. E se por acaso me engane, se realmente algo já foi destinado a mim... que eu não perceba, porque é capaz que inverta meu “destino” por simples teimosia... ou pela contradição. É capaz que eu durma esperando o meu final feliz sem perceber que a maior responsável não pelo feliz.... mais sim pelo final.... sou EU...e não o meu destino.
Destine-se a ser maior.....
Eu sinto que sei que sou....
Comecei então a me perguntar o que era o destino, quem era essa força tão grande que era capaz de alterar a vida da gente? Percebi que pra essa palavra existem tantas definições e que todas elas se tratavam de conceitos incontroláveis:
Destino = local onde alguém se dirige. Pra onde alguém vai. Qual é então o nosso destino? Qual é o meu destino? Percebi que não sabia responder essa pergunta.... ai... comecei a pensar em outra definição...
Destino = circunstancia de acontecimentos que influenciam nossas vidas de maneira incontrolável. Este conceito apesar de já tê-lo vivenciado, também não era algo esclarecedor para alguém que tentava descobrir ao menos da onde surge este bendito destino.
Ai pensei.....Se existe? Não sei se acredito. Se o sinto? Não sei se posso negá-lo. Se espero? Não sei se o compreenderia. Porém sei que independentemente de qualquer coisa quero poder escrever minha historia, de repente até brincar com este suporto destino... de maneira que me sinta responsável pelos meus atos, e não encaminhada por algo destinado a mim acontecer. E se por acaso me engane, se realmente algo já foi destinado a mim... que eu não perceba, porque é capaz que inverta meu “destino” por simples teimosia... ou pela contradição. É capaz que eu durma esperando o meu final feliz sem perceber que a maior responsável não pelo feliz.... mais sim pelo final.... sou EU...e não o meu destino.
Destine-se a ser maior.....
Eu sinto que sei que sou....
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Porque para tudo existe um motivo.
...inclusive para escrever. Principalmente para escrever. Confesso que talvez o meu motivo para tal não tenha sido dos mais verdadeiros, porém acredito que me levou a fazer algo bom, por isso o fiz. Farei sempre que assim sentir necessário, que em algum momento sentir necessidade de expressar tais sentimentos que as vezes não nos permitem escapar, por mais que tentemos, e olha que eu tentei. Porém admito neste instante a iniciação de um processo, na verdade de vários que estou, a partir de agora, me permitindo viver.
Tudo começa em algum lugar, mesmo os fins tem inicio em algum momento. Tenho a sensação que conhecemos quando algo irá ser inicializado, e acredito também que dificilmente conseguimos evitar que as coisas comecem. BULLSHIT. Nós sabemos que podemos evitar mais dificilmente tomamos a atitude de faz-lo. Ou porque nos é cômodo, ou talvez pelo puro prazer de ser do contra, de querer lutar pelo impossível ou de desistir tão facilmente do que já está pronto. Porque a vontade de ser do contra? Contra quem? Contra o que? Fazer o contrario do que se quer, ou pior, do que querem que seja feito. Porque as pessoas (normalmente quando dizemos “as pessoas” buscamos “contrariar” nosso próprio ego que tem medo de se assumir) tem medo de contrariar? O problema muitas vezes não esta nem no fato de ser contrariada, pelo menos não no meu caso, ou de muitas “pessoas”, mas temos medo de desagradar, precisamos ser agradáveis, corresponder com as expectativas ou com as esperanças que outros possuem de nos mesmos. E as nossas esperanças? Será que nos preocupamos o mesmo tanto com elas como fazemos com a esperança que nossos pais têm de nós? Ou gastamos o mesmo tempo tentando mudar pelos outros como deveríamos gastar mudando por nós mesmos? Ou até será que somos capazes de nos escutar mais ao invés de esperar descobrir no outro o que devemos fazer...ser.... ou pensar?
Me mandaram ler um livro.... HOJE eu resolvi escrever!
Tudo começa em algum lugar, mesmo os fins tem inicio em algum momento. Tenho a sensação que conhecemos quando algo irá ser inicializado, e acredito também que dificilmente conseguimos evitar que as coisas comecem. BULLSHIT. Nós sabemos que podemos evitar mais dificilmente tomamos a atitude de faz-lo. Ou porque nos é cômodo, ou talvez pelo puro prazer de ser do contra, de querer lutar pelo impossível ou de desistir tão facilmente do que já está pronto. Porque a vontade de ser do contra? Contra quem? Contra o que? Fazer o contrario do que se quer, ou pior, do que querem que seja feito. Porque as pessoas (normalmente quando dizemos “as pessoas” buscamos “contrariar” nosso próprio ego que tem medo de se assumir) tem medo de contrariar? O problema muitas vezes não esta nem no fato de ser contrariada, pelo menos não no meu caso, ou de muitas “pessoas”, mas temos medo de desagradar, precisamos ser agradáveis, corresponder com as expectativas ou com as esperanças que outros possuem de nos mesmos. E as nossas esperanças? Será que nos preocupamos o mesmo tanto com elas como fazemos com a esperança que nossos pais têm de nós? Ou gastamos o mesmo tempo tentando mudar pelos outros como deveríamos gastar mudando por nós mesmos? Ou até será que somos capazes de nos escutar mais ao invés de esperar descobrir no outro o que devemos fazer...ser.... ou pensar?
Me mandaram ler um livro.... HOJE eu resolvi escrever!
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