“Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu”
Pois é. Fato este que comprova que nem tudo esta perdido. As vezes podemos até nos sentir sem rumo, sem destino,só. O mais engraçado é que buscamos tanto a liberdade, almejamos tanto a individualidade, que quando nos encontramos sozinhos sentimos necessidade de alguém ou algo que preencha essa solidão. Claro que para podermos viver dois, três ou quinze, antes precisamos viver um. Viver como um, ser o suficiente para pelo menos ser um. Porém as vezes esse um se sente solitário em meio a uma multidão. Daí vem a necessidade da somatória, e conseqüentemente as dificuldades de se estabelecer contato. Mais se temos certeza que queremos deixar de ser apenas um, porque as vezes é tão difícil conseguis se tornar dois ou quinze? Por que as diferenças se tornam obstáculos nos momentos que estas nos fazem falta? Necessitamos da contrariedade? Do negativismo? E porque muitas vezes deixamos de nos arriscar por medo de sofrer ou até de voltar ao isolamento da solidão?
terça-feira, 13 de outubro de 2009
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